"Não temais a escuridão da floresta, pois em seus cipestres, poderás encontrar sendas de rosas..."
"As nossas escolhas já foram feitas, estamos aqui apenas para entendê-las..."
"Lux sine umbra non est. Não há luz sem sombra."

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Novo endereço de meu blog

Prezados,

A migração demorou feito licitação de obra do governo, mas DEUS é bom, e ela finalmente saiu (hehehe).

O novo endereço do blog é: http://blogdoporto.com.br.

Espero vocês lá. Fiquem à vontade, só não mexam em nada!

Preciso ainda traduzir algumas coisas e adaptar um tema decente.

Mas o valor das palavras continua o mesmo!

Abraço, obrigado pelo prestígio!

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Migração

Meus caros amigos leitores,

Suspendi a publicação de novos posts pois migrarei meu site desta plataforma do Blogger para um domínio e hospedagens próprias. Espero realizar a migração neste final de semana.

Assim que estiver tudo certo, publicarei o novo endereço aqui.
Abraço a todos, obrigado pelo prestígio de sempre.

Enquanto isso, deem uma vagueada pelos posts antigos!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Danse Macabre - Camille Saint-Saëns

Apesar do nome, que pode suscitar medo, lembrar coisas tenebrosas, esta peça de Saint-Saëns retrata uma tradição medieval, iconográfica, a Dança Macabra. Esta dança representa a universalidade da morte, e por conseguinte, da condição humana. Para lembrar da brevidade, beleza e importância da vida, apesar de referir-se à sua 'contraparte', a morte. Figurou no imaginário e na cultura medieval, em tempos da Peste Negra.

Um espetáculo sonoro para nos chamar à reflexão sobre o que fazemos de nossa vida, sobre o que realmente importa, sobre o quão diferentes somos (ou nem tanto assim...) uns dos outros, em nossos anseios, angústias e destinos. 'Ao menos no fim, somos todos irmãos' é a mensagem da Dança Macabra. O conjunto sonoro desta obra é muito completo, com passagens plácidas, um fundo idílico, angelical, passando por compassos fortes e grandiosos. Vale a pena ouvir! Aproveitem, e reflitam: o que será do amanhã? Haverá amanhã?

Em tempo, como disse Sêneca (em 'Sobre a brevidade da vida'): "A vida se divide em três períodos: aquilo que foi, o que é e o que será. O que fazemos é breve, o que faremos, dúbio, o que fizemos, certo."


Abraço.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Ter ou não ter?!

Direto do Blog do Noblat, transcrevo, com créditos no fim.
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Nada Leves - Roberto Marinho de Azevedo

Nada leves, nem queiras ter
Mais do que as pombas, as minhocas
Ou o cachorro do vizinho.
Pensa só na insanidade
Que é ter:
Primeiro, pesa nos sentidos
E freia a imaginação;
Depois, o medo de perder.
Mais que tudo, a bobagem
Profunda de achar que tens:
Que vínculo é esse, absurdo,
Entre um ser vivo e um
Objeto inanimado?
Tens, por acaso, a tarde, o vento?
Este trecho de terra? Por quê?
Quando falas, ele responde?
Por que terás mais esse anel
Do que o ar, ou o Pão de Açúcar?
Medita um pouco no absurdo
Dessa fantasia que é ter,
Depois pensa que sequer tens
A ti, já que não te dominas.
Começa então a viver
A imensidão desta vida.
Roberto Marinho de Azevedo (Rio de Janeiro 1940 - 2003) Foi jornalista, crítico gastronômico e poeta. Robertinho, como era conhecido, assinou por 35 anos, sob o pseudônimo de Apicius, uma coluna de crítica gastronômica no Jornal do Brasil. Publicou em poesia As trufas podres, Cruzeiro turístico e Poemas de amor venal.

O Senso de Cidadania

Olá,
     Os textos sobre política podem ser repetitivos, repisados, mas temos que ser contundentes em nossos propósitos, e em sua defesa, e um deles, pelo menos de minha parte, é buscar garantias para que tenhamos um bom amadurecimento e estabilidade em nossas relações como estado soberano, livre e democrático.
     Já várias vezes citei a importância deste despertar, para que tenhamos consciência de nosso real papel na sociedade, de seres ativos na construção e condução dos destinos de nossa pátria, que é impessoal e atemporal, imune às políticas e politiqueiros, mas não imune ao descaso de seus cidadãos.
     As instituições, estas sim formadas pelos homens, estão sujeitas a apodrecer e adoecer pelas más presenças e ações. Mas basta renovar-lhes seu conteúdo, com novos homens, que a saúde se lhe é recobrada, e novos haustos de bons ares adentram-nas, e a saúde das instituições é reestabelecida.
     Em momento algum ataco pessoalmente os envolvidos, seja o presidente, seus correligionários e simpatizantes. Não concordo com alguns que criam perfis para as pessoas alinhadas a determinadas ideologias/partidos (como exemplo o termo pejorativo 'petralha'). Considero este tipo de embate, perda de tempo, discutir o sexo dos anjos... Venho sim como cidadão, criticar algumas das ações dos homens públicos, que como tais, ao assumirem seus compromissos públicos, submetem suas ações ao escrutínio da opinião pública. Portanto estou no meu direito de opinar sobre tudo que se faz nos assuntos públicos, visto que estes afetam a vida da sociedade, e consequentemente a minha vida também, seja através de  leis, negociações ou pronunciamentos.
     Creio ser louvável termos um presidente que vem das camadas mais simples de nossa sociedade, prova do amadurecimento de nosso mecanismo democrático (até certo ponto, claro). Outro ponto é, uma vez eleito este candidato, acompanhar o desempenho de suas funções no cargo representado. Nesta hora é que cabe a reflexão, para despertar a análise, o hábito e o sentimento críticos, que deveriam habitar as mentes e corações de todos os cidadãos. Claro que este é um sonho um tanto distante, mas aqueles que não possuem sonhos são vazios em seus objetivos.
     Escrevo isto para justificar-me perante meus leitores, uma vez que, ao expor minha opinião também estou eu aberto às críticas e escrutínios dos que me leem. Evidentemente, apóio esta atitude, que naturalmente faz parte da discussão democrática.
Agradeço a atenção, espero a compreensão de todos e desejo uma boa semana!
Abraço.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Pré-sal

Se o pré-sal já está um rolo que só, quero ver o pós-sal...

Super Mario Medley

Olá a todos!
E o mundo não é só ódio, falcatruas, corrupção, revolta.
Existe, e claro, sempre existirá, a contraparte, maior, que nos move adiante, que motiva.

Este vídeo tem gosto de infância. Muito boa a adaptação no piano. Tire uns 10 minutinhos para lembrar de coisas boas. De minha parte, ouvir esses trechinhos trazem-me ótimas recordações. Com certeza esses temas entraram para a história como um dos mais conhecidos e famosos de todos os tempos. E sim, tenho que alimentar minha parte NERD.

E assim, rumo ao feriado estendido (em Curitiba dia 08/07 também é feriado =D)!



Abraço!

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Oasis - Wonderwall

Há os que odeiem, há os que gostem. Gosto de algumas, hehe.

Não parece ser definitivo o desfazimento da banda, mas ... Unpredictable.

Segue, abraço.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

A morte do PT

Olá,

Realmente o PT morreu. E não foi hoje nem ontem. Faz tempo, não lembro quando. Talvez antes de Lula virar presidente.

Vendo tudo que está sendo feito, os apoios de seres desprezíveis nascidos de nossa história (a tríade Sarney, Calheiros, Collor), leva-me a pensar, na transformação que ocorreu no partido que se propunha a revolucionar o modo de governar, a levantar a bandeira da Ética e da justiça social. Hoje o PT é um zumbi, que corre apenas atrás do poder, e da permanência nele, após a conquista. Luta para manter-se, não para aplicar o projeto ideológico que nascia no prelúdio de sua evolução como legenda.

Hoje o PT é Lula, e sua vontade. Vontade de a todo custo permanecer. Vontade de propôr a reeleição infinita, flertes de uma ditadura de suas boas intenções (sabe-se no Inferno como elas andam...). O atual presidente é um homem de certa forma inclemente, que cortou muitas de suas estrelas companheiras, assim que irromperam os escândalos. Tudo isto sem titubear, em nome da 'governabilidade' (ou seria de Sua Vontade?).

Analisando o Partido dos Trabalhadores, é impossível dissecá-lo sem analisar a trajetória de Lula por suas entranhas. Um homem simples, que apesar das oportunidades nunca procurou aprimorar-se para entender melhor o sistema social que ele procurava defender. Queria manter-se inculto para usar esta característica como meio de apelação à simpatia popular. Era um homem do povo para o povo. E assim foi.

O tempo passou e o marketing o mudou. Aliás ele pediu para mudar, pois não aguentava mais perder. Um tanto de pirlim-pim-pim marqueteiro e temos o novo homem, pronto para assumir o volante do ônibus Brasil.

Seguiu praticamente pela mesma estrada de seu antecessor, o que não foi mal. Foi um ato de sábia prudência. Mas para praticamente todo o resto, suas atitudes eram apenas para manter-se no poder e dar manutenção nas velhas e curtas ideias que ele traz consigo. Procurar o apoio de Chavez, desfilar com um colar de folhas de coca na maior zona produtora de cocaína exportada para o Brasil... Essas não aparecem atitudes de alguém coerente. Mas nada disso importa. O problema são os poderosos (e Lula não está no poder agora?) que não aceitam um metalúrigico como presidente. É a perseguição eterna - paranóia.

Os ideais todos jogados no lixo. É apenas o projeto de poder. Não importa com quem estar, sobre quem passar, o importante é permanecer. Como um rei, ele sonha e ri.

O sonho ainda persiste nos corações e nas mentes dos filiados, das pessoas que sustentam a legenda, na verdade. Sorte deles. Se fosse depender do governo, a legenda estava morta, pisoteada. Pelos seus próprios erros e maracutaias, pelos apoios/alianças indigestos, tornar-se-iam inelegíveis.

O abraço de Lula em Collor sela um ciclo, daqueles ataques grosseiros da eleição de 89 até a aliança atual, torpe. Fico pensando em como reagiria alguém que entrasse em coma em 1990 e acordasse hoje...

Que pensam os filiados do PT? Que pensa Mercadante, Flavio Arns, Ideli Salvatti? Alguém pode me dizer?

Aguardo.

Pais educando os filhos...

Lendo aqui >> http://bit.ly/2HWHc, esses dias ...

Está certo que o texto refere-se a uma realidade diferente, a norte-americana, mas isso pode ser uma tendência para nós aqui.

Evidentemente que as crianças educadas em casa terão um rendimento/aprendizado melhor. A questão de estudar em casa exige muito mais disciplina, o que acaba incutindo esta virtude nas crianças. Ter aulas particulares, como todos sabem, é muito mais eficaz para transferir conhecimento do que aulas ordinárias. Além do que não se confia no governo, ou em instituições particulares, para controlar o que é repassado às crianças.

Contudo a escola não é apenas educação científica. Aprendi muito na escola, muito além do que os livros, o quadro de giz e os cadernos poderiam me ensinar. Aprendi a conviver com as diferenças, a superar a maldade de alguns atos impensados e pueris, a respeitar a vida em sociedade, o tal ser social, a saber que existem regras e limites, que ajudam a manter a ordem das coisas.

Terão essas crianças que estudam em casa, com seus pais, a oportunidade de aprender com estas experiências também?! Brincando na rua elas estão expostas a outro tipo de contato, diverso do que se encontra na escola. Na rua o sentido é lúdico da relação. Na escola é lúdico, também. E hoje em dia brincar na rua tem se tornado algo quase surreal ...

Não estaríamos formando acadêmicos/profissionais insensíveis aos apelos e necessidades do convívio, tão confiantes e crentes em uma auto-suficiência que não existe?

Os pais querem educar/criar profissionais bem sucedidos. Muitos deles se esquecem que antes de mais nada, para uma vida saudável, é preciso sentir-se realizado. E a realização não implica em sucesso profissional apenas. Implica em conhecer o que realmente lhe apraz, o que realmente se almeja, e para lá seguir. A luta e a conquista fazem parte do prazer de se alcançar um sonho, uma determinação. É isso que nos pode conferir alguns pequenos momentos de felicidade.

Privando os filhos do contato com congêneres na escola, uma lacuna pode existir. Mais e mais essa diminuição do contato interpessoal, com a comunicação cada vez mais sendo feita à distância, tem gerado muito mais pessoas paranóicas, depressivas, vazias. A vida de máscaras e papéis de parede não parece ser promissora.

Creio que o ideal é controlar e reforçar os estudos, pelos pais, no momento em que seus filhos estudam em casa, na execução de tarefas e trabalhos, após o período na escola. O acompanhamento é complementar da formação, mas perigoso se administrado sozinho. Privar as crianças do contato com colegas é algo assombroso. Quantos de seus amigos de escola ainda estão com você, quanto você aprendeu com eles, quantas boas memórias. Estes que estudam em casa, não terão ninguém para lembrar, serão vazios de memórias infantis, e escolares. É esta a saída?

Abraço!

Nosso candidato, nosso pai

Olá a todos,

Lendo todas essas notícias e comentários sobre o que tem ocorrido com o governo, suas ações e deslizes, vê-se claramente, pela crise do Senado e na humilhação (será mesmo?!) a que se sujeitou o Senador Mercadante, a força e o poder carismático que Lula tem sobre si, apenas. Não como ente do PT, presidente, mas como ele, Lula, pessoa.

Esse homem foi eleito pelo desejo de alento pelo qual aguardavam os brasileiros mais sofridos. Esperavam estes por alguém que pudesse entendê-los e que eles pudessem entender também. Aí Lula caiu como uma luva, depois de se transformar do sindicalista radical, para o pai bonachão. É o novo 'pai dos pobres'. Ele sabe o que povo quer, ele sabe do que o Brasil precisa. Será?!

Houve o tempo do medo da 'mudança'. Perigo no mercado, refletido no risco Brasil e na confiança de investidores. O 'novo paradigma' desafia os que tentavam projetar o futuro do possível novo governo, sombrio, incerto. Vencendo a tudo isto, Lula elegeu-se. E nisto hoje, e durante estes quase 8 anos de seu governo, ele aprendeu a governar. Viu o que poderia ou não fazer, viu como deveria fazer. Gostou do jogo. Os resultados? "O tempo dirá" como proclama o próprio presidente.

Ano que vem teremos eleições, hora em que o governo atual tentará fazer um sucessor visto a impossibilidade de manter o atual líder no cargo. Creio que não será bem sucedido, por todo este teatro de mau gosto que temos assistido. Desse possível insucesso, pode nascer uma incerteza na mente daqueles que são assitidos pelo governo, dos que o apóiam. O candidato a vencendor, do PSDB, José Serra, pode acabar com todo o aparato de auxílio e 'diminuição da pobreza'. Este creio, ser um dos trunfos que serão usados na campanha presidencial de 2011. Veremos.

Este aparato montado pelo governo para transferência de renda realmente tirou muitas pessoas da linha de extrema pobreza. Mas em contrapartida criou uma dívida para o futuro, uma carga que sempre deverá ser carregada, visto que pôr dinheiro na mão do povo não necessariamente traz desenvolvimento, e que tirar essa 'ajuda' é extremamente impopular. As quantias pequenas transferidas aos indivíduos não lhes permitem adquirir bens que possam realmente impulsionar o desenvolvimento de nossa economia pelo crescimento de demandas. O crescimento do consumo deu-se muito mais pela crescimento da oferta de crédito, observada nestes últimos anos, do que por essas mirradas transferências compulsórias de dinheiro aos mais pobres.

O povo não precisa de esmola, realmente. Precisa de condições para desenvolver atividades que lhe sustentem. Para tanto precisa de formação educacional e cultural, cidadania. O nosso governo, tão cheio de máculas e ineficiências, deveria, pois, deixar a coisa correr mais livre. Permitir que a economia, e a sociedade brasileiras amadureçam por si. A marca maior, vá lá, ideológica, deste nosso governo é a interferência do estado em todas as esferas possíveis, com leis impositivas e ações regulatórias, ele pretende definir o que podemos, devemos e queremos fazer de nossas vidas, em todos os seus matizes.

O Estado precisa gerir a máquina do governo, apenas, e não a nação. A Nação são os políticos, governo e oposição, o povo, os pobres e ricos, as instituições e as relações humanas. Os governos, liberais, conservadores, de direita, de esquerda, são todos perenes, passarão assim que acabarem seus mandatos. Outros virão, mas fica sempre a Nação. É esta ideia que precisa florescer, a da permanência da Nação.

Por isso creio que não seja mais ideal que pessoas com pensamento essencialmente controlador de todas as esferas da sociedade pela máquina do governo ocupem os postos de comando. Nossa história recente tornou-nos muito atrasados no quesito evolução do sistema democrático, político e econômico. Não podemos mais viver das ideias dos guerrilheiros do Araguaia, dos 'coronés' nordestinos, ou dos militares ditatoriais. Essas ideias velhas já não combinam com o futuro que nos chama, nos espera, logo ali.

As coisas nunca estão totalmente perdidas. Enquanto houver pessoas dispostas a mudar, sempre haverá essa possibilidade. Evidente que de boas intenções ...

PS - Adendo: Para não dizer que falo no vento: http://bit.ly/16dlS8


Abraço.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Shocking Blue - Venus

Para animar a quarta-feira, 'meiinho' da semana!


Abraço!

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Uma peça sublime - Rossini : La Gazza Ladra

Trecho de Abertura da ópera La Gazza Ladra (The Thieving Magpies), de Gioachino Rossini. Esta, ao menos sua parte do meio para o fim, é muito conhecida, por ser retratada em diversos desenhos animados, e também no filme Laranja Mecânica (A Clockwork Orange) de Stanley Kubrick (clássica cena da luta de gangues).
A velocidade e sutileza do toque, do compasso, faz desta abertura uma das grandes obras da humanidade, bravo Rossini! Enjoy!


Abraço.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Para pensar nesta semana...

Prezados, há diversos textos no forno. Aguardem, por favor. Enquanto isso, segue poema de D. Helder Câmara (1909 - 1999), bispo católico e arcebispo emérito de Olinda e Recife, grande defensor da Igreja simples, para os pobres e pela não violência. 4 vezes indicado para Nobel da Paz. Segue:

Solidão e solidão - Dom Hélder Câmara

Não nos condenes
a ser sós
estando juntos.

Permite-nos
estar juntos
estando sós.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Hubble : Ultra deep field 3D

Olá,

Segue um vídeo interessante, publicado pela NASA que apresenta um esquema de fotos retiradas utilizando-se a potência máxima do telescópio mais potente da Terra, numa área dita 'vazia' do espaço.

Com as imagens obtidas, os cientistas conjecturam que o espaço está se expandindo realmente, e que é muito, mas muito extenso (no vídeo citam que o universo pode ter mais de 100 bilhões de galáxias - cada galáxia com mi(bi)lhões de estrelas). Eles mostram uma imagem que simula o ambiente 3D onde estas galáxias estão. É interessante para notar como o Universo é realmente extenso (e como somos realmente insignificantes). É mocinho, há muito mais coisas lá em cima, além do seu umbigo...

O vídeo está em Inglês, mas o esquema vale pelas imagens, para os que não conseguirem acompanhar o narrador.